O jardim também faz parte da obra, traçando caminhos por volta do prédio aparecendo toda vez que o traçado do cassino fazia uma curva. Além disso, a inovação do jardim é ser inteiramente projetado com plantas nativas e sair do conceito dos jardins inglêses e franceses, que eram muito utilizandos anteriormente.
O local é versátil, pelas maneiras de explorar o espaço, o teatro do cassino, e até mesmo o jardim projetado por Burlemax.
Outra visita que fizemos foi à Casa do Baile, que faz parte do mesmo complexo da Pampulha, portando, uma continuação do Museu da Pampulha, com o mesmo conceito.
A casa do baile é uma obra menor, mas o presença das curvas é muito mais marcante, o que é facilmente perceptível quando olhamos para a marquise da construção.
Detalhes como o azulejo que é o mesmo usado no Museu, reforçam a idéia de que elas fazem uma parte da outra, além do que, a visão que se tem da Casa do Baile, é o Museu da Pampulha.
Foi super enriquecedora a nossa primeira visita, pois, além de termos a oportunidade de estar tão próximos a algumas das melhores obras de Niemeyer, podemos visualisar alguns dos conceitos de Hertzberger, principalmente a idéia do que é público, e o que é privado ou restrito.









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