segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Pesquisa em grupo

Situated Technologies


  Design de artefatos, espacos e midia.
  Interesse: possibilidades oferecidas pela tecnologia computacional para explorar novas formas de interacao social e com o ambiente construido.
  Foco: ambientes de aprendizagem, de design, arquitetura responsavel e midia em geral.










ZKM

Como uma instituicao cultural, o Centro de Arte e Midia (ZKM), em Karlruhe ocupa uma posicao unica no mundo. Corresponde a rapida evolucao da informacao tecnologicao que hoje em dia altera estruturas sociais. Seu Trabalho combina a producao e a pesquisa, exposicoes e eventos, coordencao e documentacao.

* Museum of Contemporary Art.
  Inaugurado em 1999





A alta qualidade e a diversidade das colecoes participantes fazem desse museu um espaco interncionalmente conhecido pelo confornto da arte contemporanea.






* Media Museum





Foi o primeiro museu dedicado exclusivamente a arte interativa.



Jeffrey Shaw

 É um dos principais atuantes da media arts. Em muitas de suas obras, propõe novas formas de utilização de uma mídia já conhecida, como o cinema. Traz soluções de intervenção própria para os usuários através de sua influência sob aparelho, trabalha com instalações de fácil manuseio e interface entre o ambiente físico e virtual bastante instintiva. 
Diretor fundador do Instituto de Media Visual na ZKM, se tornou professor de Mídias Artísticas na Universidade  de Mídias Artísticas e Design de Karlsruhe.












Rafael Lozano- Hemmer







Nascido na Cidade do México em 1967, o eletronic artist trabalha com istalações que interagem arte e arquitetura na performance. O objetivo principal é criar plataformas para a participação do público. É inspirado pelo carnaval fantasmagórico e animatronics. Trabalha muito com o jogo de sombra e luz.









Rafael Lozano-Hemmer, "Wavefunction, Subsculpture 9", 2007. Mexican Pavilion, 52 Biennale di Venezia, Venice, Italy. Photo by: Antimodular Research 








































Rafael Lozano-Hemmer, "The Trace, Remote Insinuated Presence", 2000. Yo y mi circunstancia, Musee des Beaux-Arts, Montreal, Canada. Photo by: Antimodular Research


Inhotim - grupo : Marcius Galan - Seção diagonal








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Seção diagonal (2008) propõe uma relação ativa com o espectador, causando uma reação inicial de descoberta e de surpresa, seguida de um momento que pode variar do encantamento à decepção. A obra é composta de elementos e materiais básicos, aqueles mesmos encontrados na sala de exposição e utilizados na sua construção: paredes, teto e piso; tinta, luminárias e cera. Contudo, ela propõe um deslocamento da nossa percepção ao sugerir a presença de um elemento que, afinal, não existe no espaço. A obra acontece na transformação deste espaço pela inclusão de uma linha diagonal que o divide, criando um campo de cor. A obra se confunde com a sala de exposição que a antecede e a acolhe - causando, por isso, a confusão em nossa percepção. Na obra de Marcius Galan, o ilusionismo tem papel importante, seja na imitação de objetos industriais com esmero artesanal, seja ao impor relações físicas e espaciais estranhas aos materiais, de certa maneira forjando sua transformação. Em Seção diagonal (2008), este jogo extrapola a representação e o objeto e, em última instância, faz o espectador re-examinar sua própria presença no espaço. Depois de experimentar a obra por uma vez, resta a frágil lembrança daquele momento inicial, cuja repetição é, pelo menos imediatamente, impossível.  


   Obs: Mesmo depois de pesquisar a obra, e saber a surpresa que nos aguardava, causou a todos do grupo uma imensa aflição "tentar" passar para o outro lado da sala.
  O jogo de cores e de luz, chega ao ponto de durvidar- mos da nossa capacidade racional e acreditar realmente que algo existe entre um lado para o outro da obra.


Inhotim - individual: O Colecionador - Adriana Varejão






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O colecionador 2008 
óleo sobre tela 

Adriana Varejão elegeu o campo da pintura para desenvolver sua obra. Sua produção abarca fotografia, escultura e instalação, mas sobretudo a pintura, no sentido mais clássico do termo, pela utilização de materiais e técnicas característicos desta que é, historicamente, tanto a mais nobre quanto a mais apreciada linguagem das artes visuais. Nos trabalhos reunidos aqui, é possível acompanhar a diversidade de interesses de sua obra e a variedade de fontes de sua pesquisa - a abstração, a ruína, o monumento, o monocromatismo, a violência; a história, as ciências naturais, a arquitetura. No pavilhão de Inhotim, a obra da artista pode ser vista de maneira única. Tanto o percurso das obras quanto o partido da arquitetura foram desenvolvidos em próximo diálogo entre Varejão e o arquiteto Rodrigo Cerviño Lopez, que projetou o prédio para um conjunto de obras pré-existentes, que a artista completou com outras criadas in situ. 
   O colecionador  é a maior pintura da série Saunas, e faz uso de uma palheta quase monocromática para criar um labirinto interior idealizado. Com seus jogos de luz e sombras, a pintura evoca espaços de prazer e sensualidade e reflete a arquitetura do pavilhão, propondo uma continuidade virtual do espaço.









Adriana Varejão (Rio de Janeiro RJ 1964). Pintora.
 Frequentou cursos livres na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage, no Rio de Janeiro, entre 1981 e 1985. 
  Fez sua primeira exposição individual em 1988, na Galeria Thomas Cohn, no Rio de Janeiro. 
  Em sua produção, evoca repertório de imagens associadas à história do período colonial brasileiro, como azulejos e mapas. Em obras que se situam entre a pintura e o relevo, emprega freqüentemente cortes e suturas em telas e outros suportes que permitem entrever materiais internos que imitam o aspecto de carne. A artista evoca também o barroco, associando pintura, escultura e arquitetura em seus trabalhos.