terça-feira, 2 de novembro de 2010

Maquete da intervenção

Deu muito trabalho, como sempre, mas a gente terminou








Como já era de se esperar, ainda não está terminado o trabalho da intervenção, mas com  a maquete, fica mais fácil a visualização do espaço...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Pesquisa em grupo

Situated Technologies


  Design de artefatos, espacos e midia.
  Interesse: possibilidades oferecidas pela tecnologia computacional para explorar novas formas de interacao social e com o ambiente construido.
  Foco: ambientes de aprendizagem, de design, arquitetura responsavel e midia em geral.










ZKM

Como uma instituicao cultural, o Centro de Arte e Midia (ZKM), em Karlruhe ocupa uma posicao unica no mundo. Corresponde a rapida evolucao da informacao tecnologicao que hoje em dia altera estruturas sociais. Seu Trabalho combina a producao e a pesquisa, exposicoes e eventos, coordencao e documentacao.

* Museum of Contemporary Art.
  Inaugurado em 1999





A alta qualidade e a diversidade das colecoes participantes fazem desse museu um espaco interncionalmente conhecido pelo confornto da arte contemporanea.






* Media Museum





Foi o primeiro museu dedicado exclusivamente a arte interativa.



Jeffrey Shaw

 É um dos principais atuantes da media arts. Em muitas de suas obras, propõe novas formas de utilização de uma mídia já conhecida, como o cinema. Traz soluções de intervenção própria para os usuários através de sua influência sob aparelho, trabalha com instalações de fácil manuseio e interface entre o ambiente físico e virtual bastante instintiva. 
Diretor fundador do Instituto de Media Visual na ZKM, se tornou professor de Mídias Artísticas na Universidade  de Mídias Artísticas e Design de Karlsruhe.












Rafael Lozano- Hemmer







Nascido na Cidade do México em 1967, o eletronic artist trabalha com istalações que interagem arte e arquitetura na performance. O objetivo principal é criar plataformas para a participação do público. É inspirado pelo carnaval fantasmagórico e animatronics. Trabalha muito com o jogo de sombra e luz.









Rafael Lozano-Hemmer, "Wavefunction, Subsculpture 9", 2007. Mexican Pavilion, 52 Biennale di Venezia, Venice, Italy. Photo by: Antimodular Research 








































Rafael Lozano-Hemmer, "The Trace, Remote Insinuated Presence", 2000. Yo y mi circunstancia, Musee des Beaux-Arts, Montreal, Canada. Photo by: Antimodular Research


Inhotim - grupo : Marcius Galan - Seção diagonal








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Seção diagonal (2008) propõe uma relação ativa com o espectador, causando uma reação inicial de descoberta e de surpresa, seguida de um momento que pode variar do encantamento à decepção. A obra é composta de elementos e materiais básicos, aqueles mesmos encontrados na sala de exposição e utilizados na sua construção: paredes, teto e piso; tinta, luminárias e cera. Contudo, ela propõe um deslocamento da nossa percepção ao sugerir a presença de um elemento que, afinal, não existe no espaço. A obra acontece na transformação deste espaço pela inclusão de uma linha diagonal que o divide, criando um campo de cor. A obra se confunde com a sala de exposição que a antecede e a acolhe - causando, por isso, a confusão em nossa percepção. Na obra de Marcius Galan, o ilusionismo tem papel importante, seja na imitação de objetos industriais com esmero artesanal, seja ao impor relações físicas e espaciais estranhas aos materiais, de certa maneira forjando sua transformação. Em Seção diagonal (2008), este jogo extrapola a representação e o objeto e, em última instância, faz o espectador re-examinar sua própria presença no espaço. Depois de experimentar a obra por uma vez, resta a frágil lembrança daquele momento inicial, cuja repetição é, pelo menos imediatamente, impossível.  


   Obs: Mesmo depois de pesquisar a obra, e saber a surpresa que nos aguardava, causou a todos do grupo uma imensa aflição "tentar" passar para o outro lado da sala.
  O jogo de cores e de luz, chega ao ponto de durvidar- mos da nossa capacidade racional e acreditar realmente que algo existe entre um lado para o outro da obra.


Inhotim - individual: O Colecionador - Adriana Varejão






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O colecionador 2008 
óleo sobre tela 

Adriana Varejão elegeu o campo da pintura para desenvolver sua obra. Sua produção abarca fotografia, escultura e instalação, mas sobretudo a pintura, no sentido mais clássico do termo, pela utilização de materiais e técnicas característicos desta que é, historicamente, tanto a mais nobre quanto a mais apreciada linguagem das artes visuais. Nos trabalhos reunidos aqui, é possível acompanhar a diversidade de interesses de sua obra e a variedade de fontes de sua pesquisa - a abstração, a ruína, o monumento, o monocromatismo, a violência; a história, as ciências naturais, a arquitetura. No pavilhão de Inhotim, a obra da artista pode ser vista de maneira única. Tanto o percurso das obras quanto o partido da arquitetura foram desenvolvidos em próximo diálogo entre Varejão e o arquiteto Rodrigo Cerviño Lopez, que projetou o prédio para um conjunto de obras pré-existentes, que a artista completou com outras criadas in situ. 
   O colecionador  é a maior pintura da série Saunas, e faz uso de uma palheta quase monocromática para criar um labirinto interior idealizado. Com seus jogos de luz e sombras, a pintura evoca espaços de prazer e sensualidade e reflete a arquitetura do pavilhão, propondo uma continuidade virtual do espaço.









Adriana Varejão (Rio de Janeiro RJ 1964). Pintora.
 Frequentou cursos livres na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage, no Rio de Janeiro, entre 1981 e 1985. 
  Fez sua primeira exposição individual em 1988, na Galeria Thomas Cohn, no Rio de Janeiro. 
  Em sua produção, evoca repertório de imagens associadas à história do período colonial brasileiro, como azulejos e mapas. Em obras que se situam entre a pintura e o relevo, emprega freqüentemente cortes e suturas em telas e outros suportes que permitem entrever materiais internos que imitam o aspecto de carne. A artista evoca também o barroco, associando pintura, escultura e arquitetura em seus trabalhos.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

panorama grupo

panorama individual

Performance - Rua

Conceitos

LE PARKOUR:
é uma atividade cujo princípio é mover-se de um ponto a outro o mais rápida e eficientemente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Criado para ajudar a superar obstáculos de qualquer natureza no ambiente circundante — desde galhos e pedras até grades e paredes de concreto — e pode ser praticado em áreas rurais e urbanas. Homens que praticam parkour são reconhecidos como traceur e mulheres comotraceuses.

DERIVA:
Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos. É sempre interessante construir um mapa do percurso traçado, esse mapa deve acompanhar anotações que irão indicar quais as motivações que construiu determinado traçado. É pensar por que motivo dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita... Em fim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não.Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.
FLASH MOB:
são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.
FLANEUR:
Flanêur é uma palavra do francês que pode ser traduzida como ''Flanador'' e usada para se referir a homens com um certo comportamento peculiar. Esse estilo de vida foi assim chamado pelo poeta Charles Baudelaire.

Flanar é vagar pelas ruas não simplesmente caminhando, é andar observando tudo à volta.
O flanêur é um amante das ruas que repara em detalhes que para outros cidadão passam despercebidos. Ele valoriza objetos, lugares, pessoas que o observador comum já não repara, por fazerem parte de uma rotina.

O flanêur é simplesmente uma pessoa que vê o mundo com olhos diferentes da maioria da população, a sua visão é com riqueza de detalhes, e detalhes nas coisas mais simples.
Fonte: Wikipédia

domingo, 22 de agosto de 2010

Visita à Pampulha

   Nesta sexta-feira visitamos o Museu da Pampulha, uma das obras de Oscar Niemeyer de conceito modernista e também com alguns conceitos clássicos, o que faz desta obra um marco, pois, ao mesmo tempo que ele trabalha com a idéia de obra "suspensa" nos pilares de aço inox e da janela em fita, dando uma ampla visão da vista da lagoa da Pampulha, ele "retrocede" com a utilização de pedras preciosas no revestimento e azulejos.
  O jardim também faz parte da obra, traçando caminhos por volta do prédio aparecendo toda vez que o traçado do cassino fazia uma curva. Além disso, a inovação do jardim é ser inteiramente projetado com plantas nativas e sair do conceito dos jardins inglêses e franceses, que eram muito utilizandos anteriormente.

O local é versátil, pelas maneiras de explorar o espaço, o teatro do cassino, e até mesmo o jardim projetado por Burlemax.



   Outra visita que fizemos foi à Casa do Baile, que faz parte do mesmo complexo da Pampulha, portando, uma continuação do Museu da Pampulha, com o mesmo conceito.
   A casa do baile é uma obra menor, mas o presença das curvas é muito mais marcante, o que é facilmente perceptível quando olhamos para a marquise da construção.
   Detalhes como o azulejo que é o mesmo usado no Museu, reforçam a idéia de que elas fazem uma parte da outra, além do que, a visão que se tem da Casa do Baile, é o Museu da Pampulha.


Foi super enriquecedora a nossa primeira visita, pois, além de termos a oportunidade de estar tão próximos a algumas das melhores obras de Niemeyer, podemos visualisar alguns dos conceitos de Hertzberger, principalmente a idéia do que é público, e o que é privado ou restrito.


terça-feira, 10 de agosto de 2010

Primeiro Trabalho!!!

  Neste trabalho tivemos que editar uma foto de um(a) colega.
  O meu retrato é da Raquel.  Eu a conhecí no dia da matrícula e ela me deu uma carona! Então, pelo que conversamos na fila, no carro e até agora durante as aulas, notei que ela é uma pessoa muito simpática, alegre, delicada, prestativa, gentil, responsável...
  Desta maneira, quis retratá- la bem colorida, alegre, além do que, o colar que ela sempre usa que  tem a palavra "amor" no pingente, ficou destacada em vermelho na foto do centro. Acrescentei umas flores para representar a sua delicadeza e feminilidade.


Este foi meu primeiro trabalho...


Que venham mais!!!